No dia 21 de julho de 1948, após longo período de dolorosa doença, faleceu na casa onde viveu na Rinchoa e onde hoje podemos visitar o museu com seu nome: Tomás Júlio Leal da Câmara.

Artista multifacetado, usava a sátira, o humor e a fantasia com desenvoltura, transmitindo as suas criações cunho inconfundível, fazendo jus ao epiteto com que passou a história: Mestre.

Assinalando a efeméride do falecimento, a Junta de Freguesia de Rio de Mouro cumpre o dever de contribuir para que a sua memória continue a ser honrada como merece.